segunda-feira, 13 de junho de 2011

Felicidade - Marcelo Jeneci (Feito pra Acabar)



Dia dos namorados sem namorado é no mínimo estranho. Mais estranho ainda é a frase que tá rolando por aí de: não passo dia do índio com um índio... dia da árvore com uma árvore e por aí vai. Se isso não incomodasse em nenhum grau, não precisava se manifestar assim.

Certo é que não tem coisa melhor que sentir aquele friozinho na barriga, bem adolescente, esperar aquelaaaa ligação, aquela mensagem... Paixão... amor, tesão, vontade, carência...não importa o nome que se dê... isto é muito bom. Não passei o dia dos namorados desacompanhada por um mero detalhe do destino, por um frio inexplicável na barriga e por encontrar o sorriso mais gostoso do planeta. Passei bem acompanhada, dançando num show tãooooo gostoso que queria compartilhar um pouco disso.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

"Viver não dói" ou "As possibilidades perdidas"

Martha Medeiros

Fiquei sabendo que um poeta mineiro que eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria completado 100 anos neste mês de agosto, caso vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta, Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele, e um em especial me chamou a atenção: "Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive".

Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?

Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

"Minha casa, minha vida"

É minha !!!!!! ahahaha e dentro de alguns pouquíssimos meses (três ou quatro) poderá ser o QG das Lulus !!!!!!!!!

Meninas, vocês devem ter a idéia da minha felicidade... saudade de vcs


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Acredite, segundo Quintana, o invisível tem cor. E, segundo Zocrato, você pode sentir-se em reticências.

A VERDADEIRA ARTE DE VIAJAR

A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!

Mario Quintana - A verdadeira cor do invisível


Coisa boa é sentir-se assim, "em reticências..."
Coisa boa é planejar mil vezes a mesma viagem
Coisa boa é viajar mil vezes a cada segundo
Coisa boa é viajar e deixar um pouco de você no lugar de onde partiu
Coisa boa é viajar e deixar um pouco de você no lugar para onde foi
Coisa boa é fazer a diferença no mundo
Coisa boa é deixar que o mundo faça a diferença em você.

Viajamos o tempo todo, fisicamente ou não
Viajamos no contato com o outro, com o mundo, conosco
Viajamos...

Priscilla Zocrato- A arte de sentir-se em reticências

Feliz porque irei pra Sampa, Feliz por ser PEDAGOGA, Feliz pelas amigas que tenho, Feliz pela Pós que comecei, Feliz por não ter tempo, Feliz por valorizar cada um dos meus segundos, Feliz por estar saudável, Feliz por ter sonhos infinitos e tentar realizá-los, Feliz por incomodar os pobres de espírito, Feliz pelo Dourado extra plus advanced das minhas madeixas californianas, Feliz por recomeçar com o "amoro", Feliz pela dedicação ao jump da madrugada, Feliz pelos 10kg perdidos... Feliz em reticências! Assim... tudo de ruim fica perdido, sumido, pequeno, insignificante perto da minha felicidade infinita... é realmente muito bom sentir-se em reticências.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

mudança, viagem e reconhecimento

hein? nem eu entendi isto...en não se preocupem...hehehe
Acho melhor começar cronologicamente. Sabe aquela velha frase que nada comigo acontece de forma comum? pois é... mais uma história surreal... hehehe

o "reconhecimento"

Estava eu, na sala de espera da acupuntura, quando veio um rapaz e chamou a moça que estava marcada antes de mim... 20 minutinhos depois veio o moço e me chamou.
-Oi, seu nome é?
-Priscilla.

Ele pegou o envelope pardo, tirou a ficha e disse:
-Primeira vez aqui?
-sim!
-Mas eu te conheço, você já veio neste ambulatório.
-Não... aqui nunca estive.

(olhar desconfiado, seguido da frase: mas eu te conheço)

Ao iniciar a entrevista, enxergo um papel colado na parede, leio com dificuldade, mas tinha algo falando de "Defesa Social". Perguntei se eles atendem o pessoal da Defesa, já pensando num descontinho aí ele disse que os alunos do ambulatório fazem estágio lá. Ele soltou um sonoro... ah, então te conheço da semana da saúde do trabalhador, fui monitor de acupuntura lá.
Moral da história, ele foi no CEIP há mais de um ano, fez acupuntura em mim e lembrou-se disso... hehehe que momento!!!! Muito atencioso, agora é meu "acupunturista" (existe essa palavra?).

Quanto à minha viagem pra Sampa tá tudo certo e estamos fazendo a programação pra exaurir os dias em que estivermos lá... Acho que eu quero fazer muitas programações culturais... e não vai rolar, difícil escolher! Tem alguma encomenda das amigas?

E quanto à mudança, sexta tá aí, deixo pra falar disso segunda-feira... depois que a poeira baixar... mas deve ter novidades por aí... bem próximas.